Banco da lanchonete
May 6, 20261 min read
fumaça esgrimava o canto direito de seu olho, derivando um caleidoscópio no canto cinza nos cabelos. No rosto, só conseguia pensar quanto cafona era aquela lanchonete.
Tijolinhos pedantes em contrastes aos corroídos couros verdes e outros copos imundos. O pensamento tirou-lhe um sorriso, visto naquele instante por debaixo da mesa engatilhar o revólver.
Dele, à sua frente, nunca mais veria aquela triste cara de confuso idiota, muito menos a mão lançada ao céu antes dos socos.
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